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Outra dúvida.
Quando você menciona impactar no R4 Timo-Reto, significa que devemos aplicar o par naquele momento e continuar o rastreio?
Responder
Sim, quando esta escrito “impactar” ao invés de “checar” quer dizer aplicar os ímãs no Par Biomagnético, neste caso do reservatório Vesícula é mandatório aplicar os ímãs PBM=Timo/Reto pois este par se ativa no momento da solução dos ímãs na vesícula.
Importante checar depois no rastreio se o PBM=Timo/Reto tem sintomas.
bom dia.
vamos ver se entendi direito (venho de outra escola de biomagnetismo).
Rastreio reservatórios
aplico os imãs por exemplo para o par R5
inicio o rastreio completo.
finalizado o rastreio completo retiro os imãs do reservatório
aplico os imãs do rastreio completo
depois de finalizar a sessão do rastreio completo
eu rastreio novamente os reservatórios, é isso?
não preciso aplicar os reservatórios, esperar o intervalo de x dias para posteriormente fazer o rastreio completo?
obrigado
Responder
Olá, Dario!
Obrigada pela sua pergunta e por estar se aprofundando no conteúdo da Apostila Comentada do IPM. Como você mencionou que vem de outra escola, é natural surgirem dúvidas — especialmente porque as abordagens podem variar bastante. Vamos esclarecer o passo a passo com base na metodologia do Biomagnetismo Medicinal “Goizano” que seguimos por aqui:
1. Rastreamento dos Reservatórios (por exemplo, R5)
Você começa aplicando os ímãs nos pontos do par de reservatório ativo (ex: R5), como indicado na apostila. Isso serve para “abrir caminho” e revelar possíveis patógenos que se escondem nesses reservatórios.
2. Início do Rastreamento Completo
Com os ímãs aplicados nos reservatórios ativos que você identificou, você inicia o rastreio completo — do ponto pré-pineal até a pata anserina. Isso permite que você encontre pares ativos que estavam “camuflados” ou que foram ativados após a aplicação dos ímãs nos pares de reservatórios e que agora podem ser revelados pela abertura dos reservatórios.
3. Aplicação dos ímãs nos pares encontrados
Você aplica os ímãs nos pares que foram encontrados como ativos durante o rastreio completo junto com os com os ímãs dos reservatórios .
4. Finalização da sessão com fechamento de reservatórios
Agora vem a parte que gerou dúvida:
Após aplicar os pares ativos do rastreio completo, você pode sim rastrear novamente os reservatórios no mesmo dia.
Esse passo é opcional, mas recomendado nos casos mais complexos — como pacientes que não respondem bem ao rastreio básico, doenças persistentes, ou casos que se agravam com frequência.
5. Por que rastrear os reservatórios novamente no fim da sessão?
Porque ao aplicar ímãs nos pares do rastreio completo ativos do corpo, você pode estar provocando o “escape” de patógenos para outros reservatórios. Esse fenômeno ocorre quando os microrganismos, ao serem “pressionados” pela ação magnética, migram para locais de abrigo — ou seja, os próprios reservatórios.
Então, ao revisar todos os os reservatórios novamente após a aplicação dos pares ativos, você garante um fechamento completo do rastreio, tratando o que ainda possa ter sido reativado.
Resumo prático:
• Você pode rastrear os reservatórios no início da sessão, aplicar os pares ativos (como R5) e então fazer o rastreio completo.
• Após isso, aplica os pares ativos encontrados no rastreio completo.
• E pode (e deve, em casos complexos) revisar os reservatórios no final da sessão, para garantir que nenhum patógeno escapou para eles durante o tratamento.
Essa é uma prática de excelência, mesmo que nem sempre necessária para todos os atendimentos.