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Protocolo de Rastreio Comentado
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dario carvalho campos 10 meses atrás
Adri, Vamos ver se entendi. se no rastreio sair o par 107.1 apenas, teremos aqui uma pré-disposição ao câncer, porém ao checar RA24.2, RA 29.1 e RA29.2, caso um desses seja necessário impactar, teremos um câncer de fato, é isso? apens com os RAs acima citados? Na outra escola pedem apenas para perguntar se há algum fenômeno tumoral materializado ou não. Entendo agora o não materializado como sendo o par 107.1 e o materializado com o 107.1 + associações. Obrigado
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Adriane Viapiana Bossa 10 meses atrás
Oi, Dario! Vamos aprofundar juntos esse ponto, que é bem importante. Quando no rastreio aparece apenas o par 107.1 (escápula-escápula), associado à Mycobacterium leprae, isso não significa que a pessoa tenha um câncer em desenvolvimento. Esse par, sozinho, pode até indicar que há uma ressonância com o terreno propício para um fenômeno tumoral, mas ele não confirma a materialização do processo. Para que possamos identificar um câncer de fato, precisamos ir além do 107.1. É necessário que o corpo mostre associações patogênicas específicas, descritas na Tabela 1, que detalha os pares relacionados a cata tipo de fenômenos tumorais. Por exemplo: • RA29.1 e RA29.2 são reservatórios também ligados à leprae e podem aparecer junto ao 107.1, indicando um padrão mais ativo. • Já o RA24.2, relacionado ao Treponema pallidum, pode surgir em casos de sintomas mais graves, como abscessos ou miomas — que também estão mencionados no próprio ponto 107.1. Então, para que o câncer se configure como um fenômeno tumoral, o corpo precisa indicar: • o par base 107.1, • mais uma bactéria (ex.: leprae, sífilis, proteus…), • mais um vírus de DNA, • e mais uma bactéria ou um fungo. Essa combinação é essencial. Se for uma bactéria, geralmente estamos falando de um câncer de crescimento lento. Se for um fungo, é um câncer de crescimento rápido. E antes que isso tudo aconteça, normalmente o corpo já apresenta outros estágios, como infiltrado, exsudato, cisto, pólipo ou abscesso. Um abscesso, por exemplo, pode envolver duas bactérias — como leprae + sífilis, ou proteus + sífilis, ou até estafilococos dependendo da localização. Então, o que você descreveu está no caminho certo, mas o ponto principal é: O par 107.1 sozinho não confirma um câncer. Ele é um alerta para investigar. O verdadeiro câncer só se configura com as associações patogênicas da Tabela 1. É por isso que sempre orientamos que esse tipo de avaliação seja feito com atenção, baseando-se na resposta bioenergética do corpo e nos pares complementares que surgem. Você está indo muito bem, viu? É esse nível de profundidade que faz toda a diferença na prática clínica. Temos um Artigo que descreve a teoria do Dr. Goiz para o desenvolvimento do câncer caso tenha interesse em aprofundar o assunto Referência Bibliográfica ABNT: ARTUR, Juliana Ribeiro; GASPAROTI, Rosana Maria; MARTINI, Angela Mara Rambo; VIAPIANA BOSSA, Adriane. Medicinal biomagnetism in the treatment of uterine myoma – a protocol. Revistaft, v. 27, n. 124, p. 02, 19 jul. 2023. ISSN 1678-0817. DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.8166202.